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AUTO DE VISTORIA E CERTIFICADO DE LICENÇA DO CORPO DE BOMBEIROS
AVCB / CLCB

Emissão CLCB - Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros

O CLCB é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP), certificando que a edificação foi enquadrada como sendo de baixo potencial de risco à vida ou ao patrimônio e concluiu com êxito o processo de segurança contra incêndio para regularização junto ao Corpo de Bombeiros.
O CLCB possui a mesma eficácia do AVCB se o objetivo for comprovar perante outros órgãos que a edificação está em situação regular. O que os distingue é que o AVCB costuma ser indicado a edifícios cuja estrutura é maior ou cujo funcionamento apresenta riscos mais elevados. Exatamente por isso é que a vistoria é realizada em todas as edificações e não por amostragem, como ocorre com o CLCB.
A emissão do Certificado é mais simples e deve ser feita antes de a empresa abrir as portas para o público em geral. Todo o processo é realizado através do sistema Via Fácil, no site do Corpo de Bombeiros, e o documento é emitido após o pagamento da taxa.
Tanto para a emissão do AVCB quanto do CLCB é necessário haver um engenheiro que se responsabilize pelas medidas de segurança contra incêndio na edificação.
É importante frisar que este documento deve ser emitido não apenas quando há uma nova construção, mas também em caso de reforma, mudança da ocupação/uso da edificação, ampliação da área construída, regularização de edificação situada em área de risco e construções provisórias, como eventos sediados em determinado local por um determinado período.
Vale ressaltar também que um CLCB não é vitalício, ou seja, ele precisará ser renovado daqui a algum tempo. Em geral, seu tempo de validade depende da avaliação feita pelo CBESP.
Esta mesma instituição pode, a qualquer momento, ao verificar as informações e declarações prestadas, inclusive nas vistorias, iniciar o processo de cassação do documento caso haja qualquer irregularidade, inconsistência ou falta de documentação obrigatória.
Se você precisa de assessoria para a realização de um projeto técnico e emissão do seu CLCB, a ESTI Engenharia pode ajudar! Temos profissionais gabaritados, aptos a lhe orientar e realizar todos os trâmites necessários para que sua edificação cumpra todas as obrigações legais.

Emissão AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – SP

É o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP). Ele certifica que a edificação passou por uma vistoria e que, naquele momento, atendia a todos os requisitos de segurança contra incêndio previstos pela legislação e constantes no processo. O AVCB também estabelece um período de revalidação, ocasião na qual será necessária uma nova vistoria.
Para que haja a obtenção do AVCB, deve ser encaminhando ao CBPMESP um projeto técnico, o qual é rigorosamente avaliado. Se tudo estiver em conformidade com as normas, um bombeiro vai até o local realizar a vistoria e se certificar de que todas as medidas de segurança contra incêndio estão instaladas e de acordo com o aprovado no projeto e pela legislação.  
É necessário haver um engenheiro que se responsabilize pelas medidas de segurança contra incêndio. A presença dele também será obrigatória na ocasião da vistoria, quando o profissional enviado pelo CBPMESP fará a comparação entre as informações que lhe foram previamente fornecidas e a realidade da edificação, considerando as normas técnicas.
Após constatar que o edifício está regular, emite-se o AVCB.

Em que casos ele é obrigatório?
I – Construção e reforma;
II – Mudança da ocupação ou uso;
III – Ampliação da área construída;
IV – Regularização das edificações e áreas de risco;
V – Construções provisórias (circos, eventos, etc.).

 Em que casos ele não é obrigatório?
I – Residências exclusivamente unifamiliares;
II – Residências exclusivamente unifamiliares localizadas no pavimento superior de ocupação mista, com até dois pavimentos e que possuam acessos independentes.
Quando existirem ocupações mistas que não sejam separadas por compartimentação, aplicam-se as exigências da ocupação de maior risco. Caso haja compartimentação, aplicam-se as exigências de cada risco especifico.

 Validade e cassação
É importante que você saiba que um AVCB não é vitalício, ou seja, ele precisará ser renovado daqui a algum tempo. Em geral, seu tempo de validade é de 2 a 5 anos, dependendo da avaliação de risco por parte do CBESP. Esta mesma instituição pode, a qualquer momento, ao verificar as informações e declarações prestadas, inclusive nas vistorias, iniciar o processo de cassação do documento caso haja qualquer irregularidade, inconsistência ou falta de documentação obrigatória.

Projeto Técnico Simplificado para solicitação do AVCB – CLCB

É um documento utilizado a fim de apresentar os sistemas de segurança contra incêndio das edificações, instalações ou áreas de risco quando é feita a solicitação do AVCB ou CLCB.
Para que se possa optar por um projeto simplificado e não por um completo, é preciso que a edificação se enquadre em determinados critérios:
⦁ a) a área construída deve ser menor ou igual a 750 m² com até 3 pavimentos, desconsiderando-se o subsolo quando usados exclusivamente para estacionamento (garagem);
⦁ b) edificação e/ou área de risco na qual não se exija proteção por sistema hidráulico de combate a incêndio;
⦁ c) edificação que não necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor (IT-08 – Segurança estrutural nas edificações);
⦁ d) posto de serviço e abastecimento cuja área construída não ultrapasse 750 m², excetuada a área de cobertura exclusiva para atendimento de bomba de combustível.
⦁ e) locais de revenda de GLP com armazenamento de até 12.480Kg, cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observados os afastamentos e demais condições de segurança exigidas pela legislação específica;
⦁ f) locais com presença de líquidos inflamáveis com tanques ou vasos aéreos até 20m³ cuja proteção não exija sistemas fixos de combate a incêndio, devendo ser observados os afastamentos e demais condições de segurança exigidas pela legislação específica;
⦁ g) locais de armazenamento de no máximo 10m³ de qualquer tipo de gás inflamável em tanques ou cilindros, para qualquer finalidade; e
⦁ h) locais de reunião de público, com área construída menor ou igual a 750m², cuja lotação não ultrapasse 100 (cem) pessoas e não exija sistema fixo de combate a incêndio.
Todas estas informações e muitas outras podem ser obtidas na Instrução Técnica 42, que regulamenta os PTS (Projetos Técnicos Simplificados).
Composição
Compõem o Projeto Técnico Simplificado o formulário de segurança contra incêndio e a anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico, a qual contém informações sobre os riscos específicos existentes na edificação, instalação ou área de risco, tais como: gases inflamáveis e vasos sob pressão entre outros.
A ESTI Engenharia tem profissionais especializados, os quais podem avaliar sua edificação e verificar se ela está habilitada a obter AVCB/CLCB fazendo uso de um Projeto Técnico Simplificado. 
 

Projeto técnico contra incêndio em edifícios ou áreas de risco

Um Projeto Técnico é um documento utilizado com o objetivo de apresentar os sistemas de segurança contra incêndio das edificações, instalações ou áreas de risco e elaborado por um profissional habilitado pelo CREA. Esse conjunto de documentação contém plantas, calculo populacional, calculo hidráulico e ART.
O Projeto de Incêndio deve ser elaborado antes da construção da obra e, logo após o projeto arquitetônico ser finalizado. O Projeto pode ser desenvolvido em paralelo aos complementares como; estrutural, elétrico e hidrossanitário. É indicado para:
⦁ Áreas de construção igual ou inferior a 750m² e concentração de público acima de 100 pessoas ou com altura superior a 12 metros ou mais que 3 pavimentos.
⦁ Áreas construídas acima de 750 m², com altura superior a 12 metros ou mais que 3 pavimentos, exceto os casos que se enquadrem nas regras do Projeto Técnico Simplificado e do Projeto Técnico para Instalação e Ocupação Temporária;
⦁ Independente da área da edificação ou área de risco, quando está apresentar risco que necessite de sistemas fixos (hidrantes, chuveiros automáticos, alarme e detecção, entre outros);
⦁ Edificação e/ou área de risco que necessite de proteção de suas estruturas contra a ação do calor proveniente de um incêndio.

Projeto de incêndio: novas edificações
De acordo com o Código de Segurança Contra Incêndio, toda edificação precisa estar protegida e possuir AVCB, com exceção das residências unifamiliares. O Corpo de Bombeiros disponibiliza todas as legislações em seu site.
Para obter o AVCB, em algumas edificações o bombeiro exige um Projeto Técnico aprovado.
No Estado de São Paulo é obrigatório ter o projeto de incêndio em edificações acima de 750m², locais de reunião de público com mais de 250 pessoas e, categorias especiais como locais de armazenamento de explosivos.

Projeto de incêndio: edificação existente
As edificações existentes que não possuem projeto de incêndio aprovado pelo bombeiro devem se regularizar, com o objetivo de atender a legislação vigente e evitar transtornos e multas.
Para as edificações existentes que comprove a sua antiguidade, é permitido o enquadramento na Instrução Técnica n° 43. A comprovação precisar ser por algum documento oficial (planta de prefeitura, IPTU, etc).
O processo de regularização das edificações existentes se divide em três etapas, sendo a primeira etapa a elaboração do projeto de incêndio, em seguida será a etapa de implementação do projeto e, por último será a elaboração das documentações e o pedido de vistoria do bombeiro.

Projeto de incêndio: elaboração e aprovação
Ao elaborar o projeto de incêndio é necessário ter o projeto arquitetônico do local. Caso o projeto arquitetônico esteja desatualizado é preciso fazer as devidas atualizações da planta, depois dessas atualizações se inicia o projeto de incêndio.
Após o Projeto ser elaborado ele é enviado ao Serviço de Segurança Contra Incêndio onde passará por uma análise e será aprovado caso esteja tudo em ordem.
Se durante a análise do projeto de incêndio o Analisador identificar alguma irregularidade, ele emitirá um comunicado solicitando ajustes. O Responsável Técnico deverá providenciar as correções conforme o comunicado e, submeter a uma nova análise.
O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo está com um projeto de melhoria para minimizar ainda mais o tempo de análise dos projeto de incêndio. A ideia é informatizar todo o processo, tornando as plantas e o processo 100% digital. Com isso o tempo de análise poderá ser de até 7 dias corridos.

Projeto de Incêndio: FAT Bombeiro, alteração em projetos existentes
O FAT Bombeiro é um procedimento feito quando é necessário alterar alguma coisa no projeto de incêndio existente. É possível fazer pequenas alterações como por exemplo: correção de erros em nomes, pequenas ampliações da área da edificação, mudança interna de leiaute, mobiliários e paredes, inclusão de novas medidas de segurança contra incêndio e as built.
Ao fazer o FAT  é preciso estar atento pois grandes alterações pode implicar em substituição do projeto. Quem define se o projeto deve ser substituído é o Bombeiro analisador do formulário de atendimento técnico.

Projeto Hidrantes e Mangotinhos

Cada vez mais existem serviços focados em segurança predial, como é o caso de procedimentos contra incêndio, como o sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio.
O sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio provem do dimensionamento das tubulações através de cálculos hidráulico onde obtemos variados itens, como reservatório de água, canalização fixa, conjuntos de bombas capazes de realizar a pressurização, tomadas – controlam a vazão de água e são onde são ligadas as mangueiras e os mangotinhos – e conjunto de mangueiras. 

A Engenharia de Incêndio aplicada, prevê ainda o funcionamento dos Sistemas de Hidrantes e mangotinhos através de acionamento automático quando houver abertura de qualquer ponto de hidrante através da queda de pressão previamente reguladas, através de pressostatos comandados pelo painel de controle das bombas entrando em funcionamento automaticamente.
Dependendo do nível do incêndio, o sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio pode combate-lo e eliminá-lo com máxima eficácia, ou então deixá-lo contido enquanto não há a presença de corpo de bombeiros no local.
O funcionamento do sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio é feito por meio de um jato de água liberado logo no foco do problema, ação que ocorre por meio de um comando. É importante ressaltar que essa água é jogada em quantidade de acordo com o risco do local.
Há grande eficácia no sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio, justamente por ele ser planejado com esses dois equipamentos. E assim, os mangotinhos são fabricados por meio de mangueiras não muito rígidas, como aquelas de postos de gasolina.
Além disso, os mangotinhos para combate a incêndio conta com mangueira menor, vazão menor, e então peso a menos, o que auxilia para o manuseio dos equipamentos. Já no caso de hidrantes, há três tipos diferentes dele, o de recalque, os industriais e ainda de parede, cada qual sendo ideal para uma ação e se instalados corretamente podem gerar grandes benefícios.

Projeto de Sprinklers

Na elaboração de projetos de Engenharia contra Incêndio de sistemas de Sprinklers a ESTI Engenharia, projeta e instala os Sistemas de Sprinklers que podem ser do tipo tubulação seca e sistema automáticos.
A Engenharia contra Incêndio aplicada nos dimensionamento dos sistemas de sprinklers prevê o dimensionamento das bombas, diâmetros de tubulações e reserva de incêndio   através de cálculos hidráulicos e instalados para cada tipo de risco a ser protegido controlados por uma válvula de governo interligado a uma casa de bombas.
O tipo do Sprinklers são projetados levando em consideração alguns fatores como tipo do material estocado, pé direito da edificação entre outros. Entre os tipos de sprinklers existentes destacamos os do tipo pendente, upright e sidewall e possuem elementos termo-sensível tipo ampola com faixa de atuação entre 30 à 340º C
O objetivo do Sprinklers é a extinção do incêndio de forma automática e pontual na área que apresentar o foco de incêndio pela descarga de água sobre o material em combustão utilizando assim somente a água necessária para esta extinção.
A instalação de um projeto de sistema de sprinklers pode ser obrigatória ou não, dependendo do tamanho do edifício. Mesmo assim, as companhias de seguros recomendam a instalação do equipamento para evitar danos em caso de incêndios e diminuir o valor das apólices.
Um projeto de sistema de sprinklers deve ser elaborado de acordo com as características e dimensões do local onde estará instalado.
Uma das vantagens do projeto de sistema de sprinklers é que causa menos danos ao local do incêndio do que um jato de água de uma mangueira de bombeiros, que fornece cerca de 900 litros de água por minuto. É também um sistema muito econômico de combate a incêndio.
O sprinkler tem um bulbo de vidro sensível ao calor que contém um líquido que se expande ao calor (a determinada temperatura), rompendo o bulbo de vidro e permitindo que a água escorra, atuando no combate ao incêndio.

Renovação de AVCB


De acordo com a legislação de segurança contra incêndio e pânico, a Assessoria e Renovação de AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros é de 05 anos, com exceção das edificações de recepção de público, que devem ter uma Assessoria e Renovação de AVCB de 03 em 03 anos. Expirado o prazo de validade, o proprietário ou responsável deverá requerer junto ao Corpo de Bombeiros os serviços. Para isso, o interessado deve contratar uma empresa especializada ou engenheiro legalmente habilitado para prestar toda Assessoria e renovação de AVCB, fornecendo o laudo técnico que ateste as condições de funcionamento e manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico instalados e a sua conformidade com o Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico aprovado pelo Corpo de Bombeiros.
Após isso, a conclusão de Assessoria e renovação de AVCB é feito junto ao setor do Corpo de Bombeiros responsável onde se encontra sua edificação ou empreendimento.

Documentos necessários para a Assessoria e renovação de AVCB:
⦁ Formulário de Atendimento Técnico (anexo da Instrução Técnica nº 01) devidamente preenchido digitado ou datilografado e assinado;
⦁ Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Laudo Técnico Atualizado;
⦁ Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de Manutenção das medidas de segurança;
⦁ ART relativa aos riscos especiais da edificação se houver;
⦁ Laudo técnico atualizado, atestando as condições de funcionamento e manutenção das medidas de segurança contra incêndio e pânico e a conformidade da edificação com o projeto aprovado.
A ESTI ENGENHARIA oferece toda Assessoria e renovação de AVCB, feito por profissionais altamente qualificados e prontos a prestar todo o suporte aos clientes que buscam por uma empresa legalizada a prestar os serviços.

INFORMAÇÕES ESTI

As etapas do AVCB: o passo a passo que você precisa entender!

Quais são as etapas do AVCB?
A princípio podemos enfatizar 10 etapas do AVCB, sendo elas:

1 – Visita Técnica
Para se iniciar o trabalho é necessário realizar uma visita no imóvel para conhecer suas características, tais como, ramo de atuação, porte (área total), quantidade de pavimentos, dentre outros.
Em suma, é uma coleta de dados para avaliar cada imóvel conforme sua particularidade.

2 – Orçamento
É o valor a ser cobrado pela prestação de serviços de consultoria e elaboração de todos os documentos que compõem o projeto de incêndio. 

3 – Projeto Arquitetônico
É um conjunto de desenhos contendo informações referente ao empreendimento. É considerado no orçamento e é recomendável utilizá-lo para se elaborar o Projeto de Incêndio.

4 – Levantamento de Área
É o processo realizado quando o empreendimento não possui o projeto arquitetônico.
Dessa maneira é realizada a medição do imóvel e elaboração das plantas contendo o layout do empreendimento de forma a representar toda a área construída e utilizada.
Com isso, serão adotados parâmetros e procedimentos conforme a legislação do corpo de bombeiros.
O PPCI é um Projeto de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.
Sendo assim ele é extremamente importante para a evolução do AVCB.

5 – Elaboração do PPCI
– Projeto de Incêndio: Documento contendo os mecanismos básicos de segurança a serem adotados para o empreendimento.
Logo então o projeto estará descrito o que o proprietário e/ou responsável pelo uso deverá realizar para se adequar a legislação vigente.
– Laudo Técnico Descritivo: É um documento complementar ao projeto de incêndio.
De mesmo modo no laudo estará descrito o memorial de cálculo de saída de emergência, informações referente aos sistemas preventivos. Sendo eles:
O sistema de iluminação de emergência, extintores de incêndio, sinalização de emergência.
Assim também nele poderá conter outros cálculos conforme as características distintas de cada edificação.
– ART – Anotação de Responsabilidade Técnica: É um documento de registo da Responsabilidade Técnica que o profissional assume ao realizar uma atividade que envolva a aplicação de seus conhecimentos profissionais.
Dessa maneira é necessário que este documento tenha garantias: do exercício legal da profissão, de veracidade das informações apresentadas, garantindo a integridade física dos ocupantes, visando a segurança e redução do risco.
– Taxa de Análise de Projeto: É um documento de arrecadação estadual (DAE).
Taxa paga ao estado pela prestação de serviços de análise de projeto realizada por um Sargento do Corpo de Bombeiros.
Ressalta-se que em alguns casos não é necessário a análise de projetos.
Neste processo o projeto é analisado para verificação de cumprimento da legislação estadual.
– Taxa de Vistoria de Projeto: Assim como como na análise é necessário pagar ao estado pela vistoria do Corpo de Bombeiros.
Esta vistoria inspeciona se as medidas impostas no projeto se encontram implantadas na edificação e se estão em conformidade com a legislação vigente.

6 – Implantação do PPCI
É o ato de se implantar as medidas de segurança descritas no projeto de incêndio.
Nesta etapa, o executor deverá adequar a edificação de acordo com as exigências mensuradas no projeto. 

7 – Visita Técnica
É a conferência realizada por uma empresa capacitada, de forma a conferir se o projeto de incêndio foi implantado na edificação corretamente.
É de suma importância a verificação de toda a execução do projeto para garantir a aprovação em vistoria e libertação do AVCB.
É recomendável que a conferencia seja realizada pela empresa responsável pela elaboração do PPCI. 

8 – Protocolo
É o procedimento adotado para encaminhar o projeto de incêndio para análise ou vistoria.
É emitido pelo corpo de bombeiros um número de protocolo do projeto para acompanhamento do processo. 

9 – Vistoria do Corpo de Bombeiros
Após a execução e implantação dos sistemas preventivos na edificação, cabe ao responsável técnico solicitar a vistoria no corpo de bombeiros para a liberação do AVCB. 

10 – Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB)
É o documento que comprova que o empreendimento possui condições seguras para abandono em caso de pânico e acesso fácil para os integrantes do Corpo de Bombeiros, além de equipamentos para combate a incêndio.
Dessa maneira o AVCB é emitido após a aprovação em vistoria do corpo de bombeiros.

Engenheiro de Segurança Contra Incêndio e Pânico

A grande incidência de incêndios ocorridos ao redor do mundo, exigem dos profissionais de engenharia medidas construtivas corretivas a fim de preservar vidas, patrimônio e o meio ambiente.
Profissionais capacitados a identificar riscos de incêndios e explosões previnem direta ou indiretamente as tragédias que por hora ocorrem, culminando em perdas materiais, ceifando vidas e inabilitando pessoas voltarem ao mercado de trabalho.
Nesta conversa trataremos de MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS PASSIVAS, você saberia identificar quais são esses sistemas?
Pois bem, as medidas de segurança passivas ou PPCI Proteção Passiva Contra Incêndio, que em sua principal função não é extinguir o incêndio, mas tornar rotas de fugas seguras e/ou evitar que este foco se propague, para assim, permitir que os responsáveis pela segurança cumpram seu dever de resgatar pessoas e conter os focos.
Estes sistemas de proteção são dimensionados a fim de compartimentar o foco e proteger as estruturas de uma edificação, este tipo de proteção não precisa de uma ação direta do agente, o simples fato de “existir” já faz com que em caso de sinistro aumente o tempo de saída dos ocupantes por exemplo, vamos falar de algumas.

COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL
A compartimentação vertical, faz com que o incêndio não se propague horizontalmente “caminhe”. Imagine você que estamos dentro de um galpão, e lá no fundo inicia um foco de incêndio, o que gostaria que estivesse na sua frente para que evitasse sentir o calor, ver o foco de incêndio ou respirar a fumaça?
Se respondeu PAREDE DE ALVENARIA, acabou de falar de um sistema de proteção passivo PPCI vertical ou seja, evita que ele se propague em um curto espaço de tempo propiciando uma saída segura do ambiente, mas poderia ter dito também comporta ou até outro tipo de material de composição da parede, como drywall  ou vidro para exemplificar.
As medidas de proteção horizontais evitam que ele se propague verticalmente “suba”, tais como lajes, sacadas, marquises ou qualquer outra que evite sua propagação para cima é um  sistema de proteção passivo PPCI horizontal.
O assunto não se limita apenas nesse tipo de proteção passiva, pois como verão a seguir citarei alguns outros meios de proteção que poderemos utilizar.
Afastamento entre edificações
Segurança estrutural das edificações
Controle da fumaça de incêndio
Controle dos materiais de revestimento e acabamento
Controle das possíveis fontes de incêndio
Saídas de emergência bem sinalizadas
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas Brigada de incêndio
Acesso das viaturas do corpo de bombeiros junto à edificação
Caso haja interesse podemos tratar de algum outro especificamente…
Para que não tenham duvidas quanto a compartimentação ser vertical ou horizontal, pensem no tipo do bloqueio que estão criando, pois é isso que vai definir a medida do bloqueio.

Regularização e Adequação de Projeto Aprovado Pelo Bombeiro

Sobre a Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro:
A Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro são feitos através de um mapa que traça um sistema de segurança contra incêndio, assim como, os tipos de acessórios que existirão no local e suas localizações. Tendo como benefício à proteção patrimonial, ecológica e a vida, além de contar com a redução dos custos com seguros, pois a redução dos riscos implica na redução do valor da apólice. 

Qual a finalidade da Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro?
A Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro têm como finalidade, após obter o AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, fornecer a autorização de funcionamento para todo empreendimento que possua área construída igual ou superior a 750 m².

A Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro são compostas por:
⦁ Procuração do proprietário, quando ele transferir seu poder de signatário;
⦁ Formulário de segurança contra incêndio;
⦁ Anotação de responsabilidade técnica (ART) do responsável técnico pela Elaboração do Projeto Técnico, que deve ser juntada na via que fica no Corpo de Bombeiros;
⦁ Documentos complementares solicitados, quando necessário;
⦁ Planta de risco de incêndio (implantação), em duas vias, quando necessário;
⦁ Planta das medidas de segurança contra incêndio (planta de bombeiro);
⦁ Levantamento da Estrutura de Prevenção e Combate a Incêndio;
⦁ Assessoria para regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro mais conhecido como AVCB.

Aprovação para a Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro:
A Regularização e adequação de projeto aprovado pelo bombeiro seguem um cronograma de entrada, podendo ser alterado de acordo a cada necessidade de ocupação ou atividade temporária. Tendo como prazo determinado para analisar cada o projeto.

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